quarta-feira, abril 9

O que resta, afinal?


O que resta, afinal?
Não muito,
Apenas alguém que te oferece o sabor de uns braços estendidos,
Em que umas simples extensões de um corpo se fundem com o teu universo.
Onde quer que chegues sabes onde o encontrar.
Nas coisas mais simples,
Está sempre a teu lado,
Na água que cai da fonte,
No café da manha,
Nos lábios sedentos,
Nas historias que percorremos,
Em todos os momentos,
Em que o vento sopra,
Em que o Sol provoca a ruína,
E a chuva submerge,
Ele permanece,
Ali me tens,
Por toda uma eternidade.
O que resta, afinal?
Apenas a totalidade,
Da felicidade.

2 Comments:

Blogger su said...

Resta tudo, no final.
Resta o meu corpo nos teus braços.
Resta a minha alma no teu olhar.
Poiso suavemente na tua serenidade
E recupero o ânimo do anzol de um grande pescador:
O cansaço do dia-a-dia.
Renasço do cinzento do dia
Para repousar nos teus lábios
Como um sorriso incontido.
Resta, sim, a totalidade
Encontro-a no mapa da tua vida
Que percorro solenemente
Como a via mais sagrada que alguma vez possa conhecer.
"Apenas a totalidade,
Da felicidade:"
À tua beira apenas...
Além de tudo à nossa volta.

19:10  
Blogger Arya Bodhisattva said...

Agora off-topic...
... o Creative Zen rula!
=D

11:56  

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